sábado, 12 de setembro de 2015

ANDO À DERIVA

Estou no cais sozinha abandonada.
Vejo os barcos com seu rumo a partir,
Enquanto eu ando à deriva torturada,
Sem rumo, nunca sabendo para onde ir!

Nos escolhos da vida embarcada,
No meu barco de ilusões quase a ruir, 
Navego em onda forte e encrespada,
Que no horizonte sem luz vejo surgir!

Num frágil batel sem leme nem piloto,
Vai de encontro às pedras o seu casco roto,
Deixa ir entrando a água e seu fragor!

Que hei-de fazer? Não quero o teu naufrágio! 
Não quero não nem sentir esse presságio!
Hei-de alcançar um Porto e o Amor! 

Paz e Bem, um feliz fim de semana a todos!
Grata por vossa visita!

Josélia Micael

1 comentário:

Zilani Célia disse...

OI JOSÉLIA!
QUE LINDO TEU POETAR.
QUANDO ESTAMOS A DERIVA NA VIDA, TODOS PROCURAMOS UM PORTO SEGURO PARA NOSSO BARCO ATRACAR.
ABRÇS
-http://zilanicelia.blogspot.com.br/

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